<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1437337648710756186</id><updated>2011-11-27T16:37:01.892-08:00</updated><category term='saúde'/><category term='arte'/><category term='tradição'/><category term='gastronomia'/><category term='qualidade'/><category term='azeite extra virgem'/><category term='itália'/><title type='text'>ALTA GASTRONOMIA - CUFROL</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://altagastronomia-cufrol.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1437337648710756186/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://altagastronomia-cufrol.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>DI PIETRO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18184310073000717450</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>2</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1437337648710756186.post-5674390648891601805</id><published>2008-02-04T16:38:00.000-08:00</published><updated>2008-02-04T16:55:03.238-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='azeite extra virgem'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='itália'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='gastronomia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='tradição'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='qualidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='saúde'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='arte'/><title type='text'>Cufrol - Como saborear o azeite</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_0MVwOgWZBfE/R6ezkQQ_-BI/AAAAAAAAAAc/1ZME3fUjdtw/s1600-h/Bm10+copia.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5163292933226493970" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_0MVwOgWZBfE/R6ezkQQ_-BI/AAAAAAAAAAc/1ZME3fUjdtw/s320/Bm10+copia.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;COMO SABOREAR O AZEITE&lt;br /&gt;Provar um azeite&lt;br /&gt;É possível distinguir a qualidade e a procedência de um azeite extra-virgem de oliva simplesmente degustando-o? Sim. Considerando que os receptores do olfato no caso de alguns compostos são muito mais sensíveis de uma sofisticada cromatografia em fase gasosa, a resposta, mesmo não sendo banal, pode ter conseqüências interessantes (Panel Test). A avaliação sensorial do azeite foi codificada em cada seu aspecto pelo Conselho Oléico Internacional, o COI. Se for efetuada por comissões próprias de provadores profissionais, reconhecidos pela Câmara de Comércio de afiliação, tem um valor legal e determina a qualidade de um azeite e a etiqueta com o qual será comercializado. Mas as operações a serem seguidas, as técnicas e os termos utilizados interessam todos os consumidores que querem conhecer mais profundamente este alimento fascinante.&lt;br /&gt;Análises Organolépticas – operações preliminares: coloca-se uma pequena quantidade de azeite (cerca de 20ml) num copo escuro e bojudo e mantendo coberto com uma mão tenta-se, com a outra, favorecer o aquecimento e a concentração dos odores, agitando-o depois, delicadamente, para permitir a adesão do conteúdo sobre toda a superfície do copo.&lt;br /&gt;A Vista – na avaliação de um azeite, o aspecto visual não tem uma importância particular, do momento que a opacidade ou o brilho não são indicadores de qualidade, além disso, os diferentes tons de cor (do verde ao amarelo) são devidas principalmente ao grau de amadurecimento das olivas e ao cultivo de origem, além do método de extração.&lt;br /&gt;A prova olfativa – quando a diferença de temperatura entre o azeite e a mão é mínima (cerca de 28°), aproxima-se o copo do nariz e se cheira em modo rápido e profundo. Já do perfume se pode avaliar a fragrância do fruto e as suas qualidades (frutado, fresco, verde, etc), enquanto pelos odores menos agradáveis podem-se reconhecer certos defeitos (mofo, fermentação, azedo, etc) que a prova de degustação deverá confirmar.&lt;br /&gt;A Prova Gustativa – o azeite deve ser tomado diretamente do copo com uma sucção inicialmente lenta e delicada, depois pouco a pouco mais vigorosa e sobretudo aspirada, colocando o azeite em contato com todas as papilas gustativas. A recomendação que se pode fazer é aquela de não ter pressa para expelir o azeite: de fato, certos defeitos podem ser reconhecidos somente se o azeite permanece na boca por um certo tempo. Em particular, o produto será distribuído por toda a cavidade oral na seguinte ordem: ponta – dorso – margens e região posterior da língua, memorizando a ordem de percepção dos estímulos e a sensação tátil (fluidez, consistência, oleosidade), para depois passar com o avançar do liquido em direção da região posterior da língua para a percepção dos quatro sabores fundamentais (doce, salgado, ácido, amargo) em todas as suas gradações.&lt;br /&gt;Conclusões – as sensações táteis, gustativas e olfativas desabrocham na análise final, que leva em consideração também da harmonia geral das sensações com os termos justos a serem usados para definir um azeite extra-virgem de oliva, subdivididos em termos positivos e negativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ATRIBUTOS POSITIVOS&lt;br /&gt;AMARGO: Sabor característico do azeite obtido das olivas verdes: se não encobre outros atributos, é considerado uma qualidade.&lt;br /&gt;HARMONICO: É assim que se chama o azeite cujos componentes de perfume, de gosto e de fluidez estão em equilíbrio perfeito.&lt;br /&gt;DOCE: Sabor agradável, pouco aromático, no qual PRIMEGGIANO outros atributos, sendo alguns picantes, alguns amargos e outros adstringentes. Pode possuir um precioso gosto residual amendoado.&lt;br /&gt;FRESCURA: É um azeite extraído recentemente, que tem uma SPICCATA sensação de semelhança com o odor e o sabor, ao fruto original; esta qualidade não é estável e desaparece rapidamente se não é sustentada pelo frutado, isto é, pela presença de essências e de componentes SAPIDE, preciosas e estáveis.&lt;br /&gt;FRUTADO MADURO: Arma do azeite obtido dos frutos maduros; geralmente leve e com sabor adocicado.&lt;br /&gt;FRUTADO VERDE: Nota aromática durável; lembra o odor e o gosto do fruto inteiro, fresco e recolhido no momento da maturação.&lt;br /&gt;SABOR PURO DA OLIVA: É uma das características que compõem o frutado.&lt;br /&gt;AMENDOADO: Se acompanha geralmente ao doce, mas é RISCONTRABILE também no gosto residual dos óleos aromáticos. É o sabor da amêdoa doce ou amarga, que representa uma qualidade (dentro de certos limites).&lt;br /&gt;MAÇA: perfume que lembra esta fruta nas diversas variedades: a mais freqüente é a Golden.&lt;br /&gt;PICANTE: Sensação picante percebida como gosto residual.&lt;br /&gt;REDONDO: Azeite derivado de olivas maduras, com o corpo cheio, sem particulares notas aromáticas.&lt;br /&gt;VEGETAL: Gosto e perfume que lembram vegetais ou fruta, tanto fresca quanto seca (alcachofra, alcachofra-brava, tomate verde, etc.)&lt;br /&gt;VERDE ERVA: Aroma que lembra a erva recentemente cortada.&lt;br /&gt;VERDE FOLHA: Aroma que lembra a fragrância amar&lt;br /&gt;·&lt;br /&gt;· VERDE FOGLIA:Aroma che ricorda la fragranza amarognola della foglia fresca.&lt;br /&gt;· ALTRI ATTRIBUTI:Vengono segnalate tutte quelle sensazioni gradevoli dovute al frutto e alla provenienza (fiori, mandorlato, altra frutta).&lt;br /&gt;COMO SABOREAR O AZEITE&lt;br /&gt;Provar um azeite&lt;br /&gt;É possível distinguir a qualidade e a procedência de um azeite extra-virgem de oliva simplesmente degustando-o? Sim. Considerando que os receptores do olfato no caso de alguns compostos são muito mais sensíveis de uma sofisticada cromatografia em fase gasosa, a resposta, mesmo não sendo banal, pode ter conseqüências interessantes (Panel Test). A avaliação sensorial do azeite foi codificada em cada seu aspecto pelo Conselho Oléico Internacional, o COI. Se for efetuada por comissões próprias de provadores profissionais, reconhecidos pela Câmara de Comércio de afiliação, tem um valor legal e determina a qualidade de um azeite e a etiqueta com o qual será comercializado. Mas as operações a serem seguidas, as técnicas e os termos utilizados interessam todos os consumidores que querem conhecer mais profundamente este alimento fascinante.&lt;br /&gt;Análises Organolépticas – operações preliminares: coloca-se uma pequena quantidade de azeite (cerca de 20ml) num copo escuro e bojudo e mantendo coberto com uma mão tenta-se, com a outra, favorecer o aquecimento e a concentração dos odores, agitando-o depois, delicadamente, para permitir a adesão do conteúdo sobre toda a superfície do copo.&lt;br /&gt;A Vista – na avaliação de um azeite, o aspecto visual não tem uma importância particular, do momento que a opacidade ou o brilho não são indicadores de qualidade, além disso, os diferentes tons de cor (do verde ao amarelo) são devidas principalmente ao grau de amadurecimento das olivas e ao cultivo de origem, além do método de extração.&lt;br /&gt;A prova olfativa – quando a diferença de temperatura entre o azeite e a mão é mínima (cerca de 28°), aproxima-se o copo do nariz e se cheira em modo rápido e profundo. Já do perfume se pode avaliar a fragrância do fruto e as suas qualidades (frutado, fresco, verde, etc), enquanto pelos odores menos agradáveis podem-se reconhecer certos defeitos (mofo, fermentação, azedo, etc) que a prova de degustação deverá confirmar.&lt;br /&gt;A Prova Gustativa – o azeite deve ser tomado diretamente do copo com uma sucção inicialmente lenta e delicada, depois pouco a pouco mais vigorosa e sobretudo aspirada, colocando o azeite em contato com todas as papilas gustativas. A recomendação que se pode fazer é aquela de não ter pressa para expelir o azeite: de fato, certos defeitos podem ser reconhecidos somente se o azeite permanece na boca por um certo tempo. Em particular, o produto será distribuído por toda a cavidade oral na seguinte ordem: ponta – dorso – margens e região posterior da língua, memorizando a ordem de percepção dos estímulos e a sensação tátil (fluidez, consistência, oleosidade), para depois passar com o avançar do liquido em direção da região posterior da língua para a percepção dos quatro sabores fundamentais (doce, salgado, ácido, amargo) em todas as suas gradações.&lt;br /&gt;Conclusões – as sensações táteis, gustativas e olfativas desabrocham na análise final, que leva em consideração também da harmonia geral das sensações com os termos justos a serem usados para definir um azeite extra-virgem de oliva, subdivididos em termos positivos e negativos. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1437337648710756186-5674390648891601805?l=altagastronomia-cufrol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://altagastronomia-cufrol.blogspot.com/feeds/5674390648891601805/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1437337648710756186&amp;postID=5674390648891601805' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1437337648710756186/posts/default/5674390648891601805'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1437337648710756186/posts/default/5674390648891601805'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://altagastronomia-cufrol.blogspot.com/2008/02/cufrol-como-saborear-o-azeite.html' title='Cufrol - Como saborear o azeite'/><author><name>DI PIETRO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18184310073000717450</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_0MVwOgWZBfE/R6ezkQQ_-BI/AAAAAAAAAAc/1ZME3fUjdtw/s72-c/Bm10+copia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1437337648710756186.post-4259419476541210572</id><published>2008-02-04T16:17:00.000-08:00</published><updated>2008-02-04T17:13:46.407-08:00</updated><title type='text'>Cufrol - Frantoi Oleari Umbri</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_0MVwOgWZBfE/R6et7AQ_9_I/AAAAAAAAAAM/aQPXMcaRoY0/s1600-h/Bm4+copia.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5163286726998751218" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_0MVwOgWZBfE/R6et7AQ_9_I/AAAAAAAAAAM/aQPXMcaRoY0/s320/Bm4+copia.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;QUEM SOMOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C.U.FR.O.L. Frantoi Oleari Umbri com sede em Spoleto na Umbria, nasce do espirito associativo de alguns empresários titulares dos mais antigos frantoios da Umbria, como por exemplo, o Frantoio Gradassi que se orgulha de uma tradição centenária neste setor, e Tiziano Scacaroni, responsável, graças à notável experiência e ao excepcional paladar, pela administração técnica da Empresa.&lt;br /&gt;A paixão destes empresários pelo azeite extra-virgem de oliva, levou-os a unirem as próprias forças, criando assim uma estrutura central de engarrafamento e estocagem para a qual direcionar suas melhores produções, conforme as mais antigas tradições umbras.&lt;br /&gt;A C.U.FR.O.L. se ocupa diretamente também da comercialização dos produtos, dando sem dúvida, importância à qualidade, mas sem negligenciar a imagem, obtendo assim, uma parceria perfeita, que permitiu-lhe conquistar em tempo breve, espaços em um mercado sempre fascinante mas extremamente seletivo – setor gastronômico (entre os nossos clientes podemos nos orgulhar de alguns restaurantes estrelados Michelim), grande distribuição qualificada, catering de companhias aéreas internacionais de prestigio, e o canal travel retail, para citar alguns dos canais, nos quais a C.U.FR.O.L está presente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Nossos Produtos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A C.U.FR.O.L. graças ao seu vinculo indissolúvel com o mundo da produção, é famosa como uma das empresas umbras melhor qualificadas para representar a “DOP UMBRIA”, azeite de Denominação de Origem Protegida. Produzimos em 4 de um total de 5 regiões geográficas DOP Umbria: Colli Assisi-Spoleto, Colli Martani, Colli Orvietani e Colli Amerini. Além disso a empresa produz, seguindo sempre os próprios rigorosos padrões de qualidade, seja azeites de oliva da AGRICULTURA ORGÂNICA seja 100% DE OLIVAS ITALIANAS. Nos anos recentes a C.U.FR.O.L. desenvolveu uma gama de azeites e temperos de elevadíssima qualidade em embalagens MONODOSE.&lt;br /&gt;Levando em consideração as atuais tendências do mercado, a C.U.FR.O.L., fazendo sempre da qualidade o próprio objetivo principal, se candidata também a tornar-se uma empresa líder no setor PRIVATE LABEL, no qual há muitos anos se orgulha de uma clientela de ponta no panorama nacional e internacional, entre os quais CRAI, AUCHAN, CARAPELLI e o célebre chef inglês JAMIE OLIVER.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1437337648710756186-4259419476541210572?l=altagastronomia-cufrol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://altagastronomia-cufrol.blogspot.com/feeds/4259419476541210572/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1437337648710756186&amp;postID=4259419476541210572' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1437337648710756186/posts/default/4259419476541210572'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1437337648710756186/posts/default/4259419476541210572'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://altagastronomia-cufrol.blogspot.com/2008/02/cufrol-frantoi-oleari-umbri_04.html' title='Cufrol - Frantoi Oleari Umbri'/><author><name>DI PIETRO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/18184310073000717450</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_0MVwOgWZBfE/R6et7AQ_9_I/AAAAAAAAAAM/aQPXMcaRoY0/s72-c/Bm4+copia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry></feed>
