segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Cufrol - Como saborear o azeite


COMO SABOREAR O AZEITE
Provar um azeite
É possível distinguir a qualidade e a procedência de um azeite extra-virgem de oliva simplesmente degustando-o? Sim. Considerando que os receptores do olfato no caso de alguns compostos são muito mais sensíveis de uma sofisticada cromatografia em fase gasosa, a resposta, mesmo não sendo banal, pode ter conseqüências interessantes (Panel Test). A avaliação sensorial do azeite foi codificada em cada seu aspecto pelo Conselho Oléico Internacional, o COI. Se for efetuada por comissões próprias de provadores profissionais, reconhecidos pela Câmara de Comércio de afiliação, tem um valor legal e determina a qualidade de um azeite e a etiqueta com o qual será comercializado. Mas as operações a serem seguidas, as técnicas e os termos utilizados interessam todos os consumidores que querem conhecer mais profundamente este alimento fascinante.
Análises Organolépticas – operações preliminares: coloca-se uma pequena quantidade de azeite (cerca de 20ml) num copo escuro e bojudo e mantendo coberto com uma mão tenta-se, com a outra, favorecer o aquecimento e a concentração dos odores, agitando-o depois, delicadamente, para permitir a adesão do conteúdo sobre toda a superfície do copo.
A Vista – na avaliação de um azeite, o aspecto visual não tem uma importância particular, do momento que a opacidade ou o brilho não são indicadores de qualidade, além disso, os diferentes tons de cor (do verde ao amarelo) são devidas principalmente ao grau de amadurecimento das olivas e ao cultivo de origem, além do método de extração.
A prova olfativa – quando a diferença de temperatura entre o azeite e a mão é mínima (cerca de 28°), aproxima-se o copo do nariz e se cheira em modo rápido e profundo. Já do perfume se pode avaliar a fragrância do fruto e as suas qualidades (frutado, fresco, verde, etc), enquanto pelos odores menos agradáveis podem-se reconhecer certos defeitos (mofo, fermentação, azedo, etc) que a prova de degustação deverá confirmar.
A Prova Gustativa – o azeite deve ser tomado diretamente do copo com uma sucção inicialmente lenta e delicada, depois pouco a pouco mais vigorosa e sobretudo aspirada, colocando o azeite em contato com todas as papilas gustativas. A recomendação que se pode fazer é aquela de não ter pressa para expelir o azeite: de fato, certos defeitos podem ser reconhecidos somente se o azeite permanece na boca por um certo tempo. Em particular, o produto será distribuído por toda a cavidade oral na seguinte ordem: ponta – dorso – margens e região posterior da língua, memorizando a ordem de percepção dos estímulos e a sensação tátil (fluidez, consistência, oleosidade), para depois passar com o avançar do liquido em direção da região posterior da língua para a percepção dos quatro sabores fundamentais (doce, salgado, ácido, amargo) em todas as suas gradações.
Conclusões – as sensações táteis, gustativas e olfativas desabrocham na análise final, que leva em consideração também da harmonia geral das sensações com os termos justos a serem usados para definir um azeite extra-virgem de oliva, subdivididos em termos positivos e negativos.

ATRIBUTOS POSITIVOS
AMARGO: Sabor característico do azeite obtido das olivas verdes: se não encobre outros atributos, é considerado uma qualidade.
HARMONICO: É assim que se chama o azeite cujos componentes de perfume, de gosto e de fluidez estão em equilíbrio perfeito.
DOCE: Sabor agradável, pouco aromático, no qual PRIMEGGIANO outros atributos, sendo alguns picantes, alguns amargos e outros adstringentes. Pode possuir um precioso gosto residual amendoado.
FRESCURA: É um azeite extraído recentemente, que tem uma SPICCATA sensação de semelhança com o odor e o sabor, ao fruto original; esta qualidade não é estável e desaparece rapidamente se não é sustentada pelo frutado, isto é, pela presença de essências e de componentes SAPIDE, preciosas e estáveis.
FRUTADO MADURO: Arma do azeite obtido dos frutos maduros; geralmente leve e com sabor adocicado.
FRUTADO VERDE: Nota aromática durável; lembra o odor e o gosto do fruto inteiro, fresco e recolhido no momento da maturação.
SABOR PURO DA OLIVA: É uma das características que compõem o frutado.
AMENDOADO: Se acompanha geralmente ao doce, mas é RISCONTRABILE também no gosto residual dos óleos aromáticos. É o sabor da amêdoa doce ou amarga, que representa uma qualidade (dentro de certos limites).
MAÇA: perfume que lembra esta fruta nas diversas variedades: a mais freqüente é a Golden.
PICANTE: Sensação picante percebida como gosto residual.
REDONDO: Azeite derivado de olivas maduras, com o corpo cheio, sem particulares notas aromáticas.
VEGETAL: Gosto e perfume que lembram vegetais ou fruta, tanto fresca quanto seca (alcachofra, alcachofra-brava, tomate verde, etc.)
VERDE ERVA: Aroma que lembra a erva recentemente cortada.
VERDE FOLHA: Aroma que lembra a fragrância amar
·
· VERDE FOGLIA:Aroma che ricorda la fragranza amarognola della foglia fresca.
· ALTRI ATTRIBUTI:Vengono segnalate tutte quelle sensazioni gradevoli dovute al frutto e alla provenienza (fiori, mandorlato, altra frutta).
COMO SABOREAR O AZEITE
Provar um azeite
É possível distinguir a qualidade e a procedência de um azeite extra-virgem de oliva simplesmente degustando-o? Sim. Considerando que os receptores do olfato no caso de alguns compostos são muito mais sensíveis de uma sofisticada cromatografia em fase gasosa, a resposta, mesmo não sendo banal, pode ter conseqüências interessantes (Panel Test). A avaliação sensorial do azeite foi codificada em cada seu aspecto pelo Conselho Oléico Internacional, o COI. Se for efetuada por comissões próprias de provadores profissionais, reconhecidos pela Câmara de Comércio de afiliação, tem um valor legal e determina a qualidade de um azeite e a etiqueta com o qual será comercializado. Mas as operações a serem seguidas, as técnicas e os termos utilizados interessam todos os consumidores que querem conhecer mais profundamente este alimento fascinante.
Análises Organolépticas – operações preliminares: coloca-se uma pequena quantidade de azeite (cerca de 20ml) num copo escuro e bojudo e mantendo coberto com uma mão tenta-se, com a outra, favorecer o aquecimento e a concentração dos odores, agitando-o depois, delicadamente, para permitir a adesão do conteúdo sobre toda a superfície do copo.
A Vista – na avaliação de um azeite, o aspecto visual não tem uma importância particular, do momento que a opacidade ou o brilho não são indicadores de qualidade, além disso, os diferentes tons de cor (do verde ao amarelo) são devidas principalmente ao grau de amadurecimento das olivas e ao cultivo de origem, além do método de extração.
A prova olfativa – quando a diferença de temperatura entre o azeite e a mão é mínima (cerca de 28°), aproxima-se o copo do nariz e se cheira em modo rápido e profundo. Já do perfume se pode avaliar a fragrância do fruto e as suas qualidades (frutado, fresco, verde, etc), enquanto pelos odores menos agradáveis podem-se reconhecer certos defeitos (mofo, fermentação, azedo, etc) que a prova de degustação deverá confirmar.
A Prova Gustativa – o azeite deve ser tomado diretamente do copo com uma sucção inicialmente lenta e delicada, depois pouco a pouco mais vigorosa e sobretudo aspirada, colocando o azeite em contato com todas as papilas gustativas. A recomendação que se pode fazer é aquela de não ter pressa para expelir o azeite: de fato, certos defeitos podem ser reconhecidos somente se o azeite permanece na boca por um certo tempo. Em particular, o produto será distribuído por toda a cavidade oral na seguinte ordem: ponta – dorso – margens e região posterior da língua, memorizando a ordem de percepção dos estímulos e a sensação tátil (fluidez, consistência, oleosidade), para depois passar com o avançar do liquido em direção da região posterior da língua para a percepção dos quatro sabores fundamentais (doce, salgado, ácido, amargo) em todas as suas gradações.
Conclusões – as sensações táteis, gustativas e olfativas desabrocham na análise final, que leva em consideração também da harmonia geral das sensações com os termos justos a serem usados para definir um azeite extra-virgem de oliva, subdivididos em termos positivos e negativos.

Cufrol - Frantoi Oleari Umbri




QUEM SOMOS



C.U.FR.O.L. Frantoi Oleari Umbri com sede em Spoleto na Umbria, nasce do espirito associativo de alguns empresários titulares dos mais antigos frantoios da Umbria, como por exemplo, o Frantoio Gradassi que se orgulha de uma tradição centenária neste setor, e Tiziano Scacaroni, responsável, graças à notável experiência e ao excepcional paladar, pela administração técnica da Empresa.
A paixão destes empresários pelo azeite extra-virgem de oliva, levou-os a unirem as próprias forças, criando assim uma estrutura central de engarrafamento e estocagem para a qual direcionar suas melhores produções, conforme as mais antigas tradições umbras.
A C.U.FR.O.L. se ocupa diretamente também da comercialização dos produtos, dando sem dúvida, importância à qualidade, mas sem negligenciar a imagem, obtendo assim, uma parceria perfeita, que permitiu-lhe conquistar em tempo breve, espaços em um mercado sempre fascinante mas extremamente seletivo – setor gastronômico (entre os nossos clientes podemos nos orgulhar de alguns restaurantes estrelados Michelim), grande distribuição qualificada, catering de companhias aéreas internacionais de prestigio, e o canal travel retail, para citar alguns dos canais, nos quais a C.U.FR.O.L está presente.

Os Nossos Produtos

A C.U.FR.O.L. graças ao seu vinculo indissolúvel com o mundo da produção, é famosa como uma das empresas umbras melhor qualificadas para representar a “DOP UMBRIA”, azeite de Denominação de Origem Protegida. Produzimos em 4 de um total de 5 regiões geográficas DOP Umbria: Colli Assisi-Spoleto, Colli Martani, Colli Orvietani e Colli Amerini. Além disso a empresa produz, seguindo sempre os próprios rigorosos padrões de qualidade, seja azeites de oliva da AGRICULTURA ORGÂNICA seja 100% DE OLIVAS ITALIANAS. Nos anos recentes a C.U.FR.O.L. desenvolveu uma gama de azeites e temperos de elevadíssima qualidade em embalagens MONODOSE.
Levando em consideração as atuais tendências do mercado, a C.U.FR.O.L., fazendo sempre da qualidade o próprio objetivo principal, se candidata também a tornar-se uma empresa líder no setor PRIVATE LABEL, no qual há muitos anos se orgulha de uma clientela de ponta no panorama nacional e internacional, entre os quais CRAI, AUCHAN, CARAPELLI e o célebre chef inglês JAMIE OLIVER.